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We Are the World pode ser regravado, para combater o coronavírus

Lionel Richie e Michael Jackson, em 1985, fizeram de uma canção um símbolo de esperança. A inesquecível e icônica “We Are the World”. E, 35 anos depois após o projeto USA for Africa, o mundo passa por uma situação única e nunca imaginada antes. Richie, assim, destaca a possibilidade de gravar novamente a canção.

A iniciativa buscaria ajudar aqueles que sofrem e que sofrerão muito no mundo, com a crise do coronavírus.

Há duas semanas, disse que não queria celebrar o aniversário [35º] da canção, por não ser o momento certo. Mas, agora, a mensagem é muito clara.

Para o cantor, o momento é de união e inclusão. Ele diz:

O que aconteceu na China e na Europa já chegou aqui (nos Estados Unidos). Se não salvarmos os nossos irmãos lá, chegará às nossas casas. Estamos todos juntos nisso.

Naturalmente, a ideia seria que a nova versão da faixa ajudasse a gerar uma verba para o combate da COVID-19.

Relembre a canção:

Muitos dos músicos que participaram da gravação original, nos anos 80, seguem vivos. Além do próprio Lionel Richie, seguem entre nós Stevie Wonder, Paul Simon, Tina Turner, Willie Nelson e Cyndi Lauper. Na regravação de 25 anos, que foi utilizada para arrecadar fundos em apoio ao Haiti, que havia sofrido com um terremoto, participaram Jamie Foxx, Enrique Iglesias, Miley Cyrus e Justin Bieber.

Enquanto isso, Gal Gadot se reuniu com outros artistas, e gravou uma espécie de “flash sob” virtual, para cantar “Imagine”, de John Lennon, assista:

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