Uma em cada cinco mortes na Inglaterra e Gales já são ligadas ao coronavírus

Números apresentados pelo Escritório de Estatísticas Nacionais dizem que, na Inglaterra e País de Gales, uma em cada cinco mortes está ligada ao coronavírus. Na semana, que terminou no dia 3 de abril, o vírus foi citado em 3.475 atestados de óbito. Isso eleva o número total de mortes para mais de 16 mil.

Tal número registra 6 mil mortes a mais do que o normal nesta época do ano, quando as mortes tendem a cair, uma vez que o inverno passou, e, com ele, menos gripe circulando pelo país. Enquanto isso, o chanceler Rushi Sunak reconhece, também, que “tempos difíceis” chegarão para a economia.

O Escritório de Responsabilidade Orçamentária, órgão fiscalizador de impostos e gastos do Reino Unido, alertou que a pandemia poderia ver a economia encolher em um número recorde de 35% em julho. Sunak disse que estava “claro” que a situação poderia ser “muito pior”, sem as medidas tomadas até agora.

Explicou que o coronavírus teria “sérias implicações” na economia, mas acrescentou que “o mais importante é proteger a saúde de todos”. O funcionário do ONS, Nick Stripe, disse que está claro que a pandemia de coronavírus reverteu essa tendência, dizendo que o número crescente de mortes é “extremamente significativo”. “Isso não é normal”, acrescentou.

Até terça, a noite, o Reino Unido registrou 93 mil casos de coronavírus, e soma mais de 12 mil mortes. Entre segunda e terça, houve um aumento de 778 mortes por covid-19, a doença gerada pelo vírus.

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