Reino Unido registra o menor número de mortes diárias por coronavírus desde o início do bloqueio

O Reino Unido registrou, neste domingo, 170 mortes por coronavírus. Este é o menor número diário de óbitos, desde o início do bloqueio no país. O anúncio segue boas notícias, pois veio junto com o primeiro alívio das restrições na Inglaterra. Mesmo com os domingos registrando menos mortes, na última semana, haviam sido registrados 269 óbitos. Houve, assim, uma diminuição de 100 mortes aos domingos, em uma semana.

Ainda assim, com números de 34.636 óbitos, o Reino Unido segue sendo o segundo país com mais mortes no mundo, apenas atrás dos Estados Unidos. A Espanha, outro país que sofreu muito com o coronavírus, o número diário de mortes ficou abaixo de 100, também, pela primeira vez desde o bloqueio no país.

No dia 24 de março, o Reino Unido havia registrado 149 mortes. Na noite anterior, o bloqueio havia sido introduzido no país, através de Boris Johnson, o primeiro ministro. A Espanha havia iniciado seu bloqueio dez dias antes. E registrou, neste domingo, 87 novas mortes. O auge espanhol foi o dia 2 de abril, onde morreram 961 pessoas em 24 horas.

A Itália também registrou seus valores mais baixos desde o início do bloqueio no país, com 145 óbitos. O governo afirma que o país estava caminhando para o nível “três” do alerta do coronavírus, o que permitiria o relaxamento gradual das restrições. Mas lembra que, para que a doença seja definitivamente controlada, é preciso encontrar uma vacina viável e segura. O país investe em produção de vacinas, e de tratamentos.

Vacina segue em desenvolvimento

A vacina para a covid-19 desenvolvida na Universidade de Oxford, de acordo com o governo, está progredindo bem, e 93 milhões de libras, para acelerar um novo laboratório para pesquisas das vacinas. Para a vacina de Oxford, já foram entregues 47 milhões. E foi prometido mais 84 milhões de libras em novos financiamentos.

Foi acrescentado que a AstraZeneca, empresa farmacêutica, havia finalizado um contrato de licenciamento global, entre Oxford e Downing Street. Tal acordo significa que, caso os testes com a vacina de Oxford for bem sucedida, 30 milhões de doses estarão disponíveis para os britânicos em setembro deste ano. O acordo prevê um total de 100 milhões de doses. O que permitiria que o país fosse “o primeiro da fila” no recebimento da vacina.

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