82% de europeus estão dispostos a voltar para festivais quando a pandemia de coronavírus terminar

Na Europa, e no Reino Unido, há um pensamento otimista por parte dos frequentadores de festivais, tão logo a pandemia de coronavírus amenizar, ou acabar. Uma pesquisa da Festicket, que contou com mais de 110 mil entrevistados, todos frequentadores de festivais de música, afirma de 82% deles iriam novamente a um festival, tão logo a quarentena acabasse.

Estes 82% disseram que “se sentiriam confiantes em ir a um festival dentro de um a seis meses do fim das restrições impostas pelos governos”. E 31% foram ainda mais além: disseram que iriam “imediatamente” a um show assim que a quarentena acabasse. 11% dos participantes disseram, ainda, que estão dispostos a voltar a um show, mas só quando houver uma vacina.

Sobre o formato de shows e festivais os quais os entrevistados se sentiriam mais confortáveis em participar, 83% deles preferem os festivais de um dia. E 68% dos frequentadores se afirmam tranquilos em participar de um festival que durasse todo um final de semana.

E, por fim, 2021. Sobre fazer planos e acompanhar festivais no próximo ano, 75% dos entrevistados se mostram confiantes em comprar ingressos para eventos do próximo ano. Mas 82% afirmaram que é necessário uma política de cancelamento para a compra de ingressos, uma vez que entendem que, embora se sintam disponíveis para participar, ainda não se sentem confiantes com as medidas, acreditando que “há poucas garantias”.

Coronavírus e os shows apenas em 2021

O alto escalão do entretenimento já estão, aos poucos, “desistindo” de 2020. Para eles, mesmo com um encerramento total das quarentenas pelo mundo, ainda haverá algum receio do público em participar, devido a aglomerações e grandes chances de contágio.

Para eles, um planejamento para o próximo ano já envolvem questões como o fim da quarentena, e a descoberta de tratamentos, cura, ou vacina para o coronavírus. O que daria mais conforto, assim, para quem ainda tem medo de participar de um festival em uma era “pós-coronavírus”.

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