Inglaterra divulga países que estarão isentos de quarentena

A Inglaterra publicou uma lista de países os quais a quarentena de 14 dias não será aplicada. Grécia, Espanha, França e Bélgica estão entre os países isentos, em ação que se inicia em 10 de julho. Mas pessoas vindas da China, Estados Unidos, Suécia e Portugal seguirão precisando fazer o isolamento total por 14 dias.

A Escócia e País de Gales não se decidiram sobre as restrições. E a Irlanda do Norte seguirá com as regras de quarentena, para todos que cheguem de fora do Reino Unido, incluindo a República da Irlanda. A quarentena se iniciou em junho, como medida para evitar que novos casos importados de coronavírus chegassem ao Reino Unido, em uma época a qual os casos já haviam diminuído.

O primeiro-ministro Boris Johnson afirmou: “Em vez de colocar em quarentena as chegadas de todo o mundo, apenas as colocamos em quarentena nos países onde o vírus infelizmente não está sob controle”. O Brasil, por exemplo, não está na lista destes países isentos.

59 países e 14 territórios britânicos isentos

A lista conta com 59 países e 14 territórios britânicos, cujos cidadãos não precisarão fazer a quarentena assim que chegarem à Inglaterra. A menos que tenham vindo de um local que não está isento. Por exemplo: um cidadão espanhol que chegou em Londres vindo da China, terá que fazer quarentena, mesmo com o fato de que a Espanha inclui a lista dos países isentos.

Mas, mesmo sem quarentena, estes passageiros serão obrigados a oferecer informações de contato em suas chegadas. Países como Turquia, Chipre, Austrália, Barbados, Hong Kong, Japão, Nova Zelândia e Vietnã estão entre os isentos. Espera-se que o Ministério das Relações Exteriores atualize suas orientações aos sábados, incluindo as indicações de países que terão acordos recíprocos com o Reino Unido, que permitirão que cidadãos britânicos tenham os mesmos privilégios de isenção de quarentena.

Haveria um sistema de semáforo, com países em vermelho, amarelo e verde, de acordo com a situação do coronavírus, mas tal iniciativa foi retirada. Há também a expectativa de que as quatro nações trabalhem da mesma forma, para que, de acordo com o secretário dos Transportes, Grant Shapps, as mudanças fossem “mais simples”.

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