Os Duques de Sussex se preparam para reencontrar a realeza

A imprensa inglesa já havia confirmado que os Duques de Sussex não passarão o Natal em Sandringham com a Rainha Elizabeth II e o resto da família real, mas segundo o jornal Daily Star o Príncipe Harry e Meghan Markle vão voltar ao Reino Unido, dias depois das festividades de fim de ano.

Eles passarão o período festivo com seu filho Archie, de um ano de idade, em sua mansão de Montecito, Califórnia, e viajarão para a Grã-Bretanha dias depois.

Segundo a publicação, isso lhes dará tempo suficiente para se isolar por duas semanas antes que Meghan inicie seu caso na Suprema Corte contra o Mail on Sunday, dia 11 de janeiro.

O duque e a duquesa de Sussex planejam isolar-se no chalé Frogmore em Windsor.

De acordo com a especialista em assuntos da realeza, Katie Nicholl, da revista Vanity Fair, a Rainha não gostou de saber que o neto Harry não estará na mesa com ela na ceia, mas respeita sua decisão.

O Príncipe Charles tentou convencer o filho a voltar, mas uma fonte disse à Vanity Fair que a dupla pode estar tentando evitar tensões, após supostamente ter se desentendido com o Príncipe William e Kate Middleton.

Longe das redes sociais

Meghan Markle falou de redes sociais e do impacto das plataformas na vida cotidiana das pessoas, durante conversa virtual com a revista Fortune.

A esposa do Príncipe Harry, de 39 anos, participou do bate-papo virtual com a Fortune durante o ‘Encontro mais poderoso da próxima geração’ na terça-feira (13) e revelou por que tem evitado as mídias sociais nos últimos anos.

“Para minha própria autopreservação, há muito tempo não entro nas redes sociais”, confessou.

“Eu tinha uma conta pessoal há anos, que fechei e, em seguida, tínhamos uma por meio da instituição e de nosso escritório no Reino Unido que não era administrado por nós – era uma equipe inteira”, justificou.

Meghan não tem redes sociais, nem Harry. E ela confessa que isso é muito bom, porque eles não têm acesso à parte ruim desse tipo de plataforma.

“Eu fiz uma escolha pessoal de não ter nenhuma conta, então eu não sei o que existe (…) Tenho muitas preocupações por pessoas que se tornaram obcecadas por isso. E faz parte da nossa cultura diária para tantas pessoas, que acaba sendo um vício como muitos outros”, afirmou.

“Pessoas viciadas em drogas são chamadas de usuárias e as pessoas que estão nas redes sociais são chamadas de usuárias (…) Há algo  algorítmico que está criando essa obsessão que eu acho muito prejudicial à saúde de muitas pessoas”, completou.

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